Fides Quaerens Intellectum


Segunda-feira, Novembro 20, 2006
A IRA DO SENHOR DE ACORDO COM Is 9.7-21

Sempre digo que a qualidade de nossa religião, de nossa fé, depende totalmente da imagem que fazemos de Deus. Se nosso Deus é o juiz austero, nossa religião, inevitavelmente, terá características legalistas, punitivas. Se nosso Deus é o distante gerente da agência bancária, nossa religião terá características de conta corrente, com débitos, créditos, poupança, dívidas. Se nosso Deus é bonzinho, puro perdão e misericórdia, nossa religião terá características permissivas e sem limites.
Todas as visões que fogem do equilíbrio bíblico têm deturpado, manchado e estragado a beleza da mensagem do Deus que salva em Jesus Cristo.
Um dos temas mais odiados nos nossos dias é aquele que trata da Ira do Senhor. As pessoas trincam os dentes e bradam (às vezes até com ira): Não! Isso não existe! Não é verdade! Como pode um Deus que é amor e que nos ama pra caramba ter ira! Ira é coisa dos homens!
A ira é o sentimento escolhido pelos autores bíblicos, de uma forma poética, para expressar o desagrado e a não indiferença de Deus em relação a tudo o que corrompe, destrói e oprime a obra-prima da sua criação: o ser humano.
Para os profetas, a ira, desagrado ou indignação de Iahweh era a garantia transcendente de que o mal não prevalecerá, de que o pobre não será para sempre injustiçado, de que o nome de Iahweh não será para sempre desonrado.
De acordo com Is 9.7-21 há três questões que desagradam demais ao Senhor e provocam sua ira:

I. Orgulho e presunção do homem manifesto, principalmente, na incapacidade de enxergar a mão de Deus na história e na insistência contumaz em seguir seus próprios planos egoístas;
II. Desencaminhamento do líder e do liderado. O texto nos fala dos anciãos e dos profetas enganadores assim como daqueles que os seguem. São os que desencaminham e os que se deixam serem desencaminhados;
III. Brigas entre irmãos que se refletem na história da violência entre os homens e na ausência de perdão.

Todas estas questões, de acordo com o texto bíblico provocam a ira de Iahweh. Em contraponto podemos enumerar as reações evangélicas a elas:

I. A reação ao orgulho e presunção é a humildade. A humildade aprende a olhar e a descobrir a ação de Deus na história. A humildade vive nos planos de Deus porque já descobriu que os caminhos outros são descaminhos e só levam à desgraça e o nonsense;
II. A reação ao desencaminhamento é a profecia. Na profecia há o profeta como instrumento da Palavra de Deus e o povo que ouve e pratica. Ambos, então, sabem para onde estão indo, o caminho menos pisado, o caminho de Emaús, onde Jesus Cristo está.
III. A reação às brigas entre irmãos é o amor. Amor não apenas como oposto da violência, mas como atitude positiva de prática do bem e da justiça. Amor como perdão, a radical atitude de rompimento com a cadeia de violência, mágoa e vingança que existe entre os homens.

Assim, a alegria do Senhor estará sobre nós. Tudo, então, faz sentido. Tudo tem propósito. Vale a pena viver.



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O PRINCÍPIO PROTESTANTE PARA HOJE


Na próxima terça-feira comemoraremos os 489 anos da Reforma Protestante. A data referência para o marco da Reforma foi o dia em que o monge alemão Martinho Lutero colou, na porta da Igreja que pastoreava, a Catedral de Wittemberg, suas 95 teses que atacavam o sistema de indulgências da Igreja.
A Reforma é um misto de várias confluências e tendências que ainda desconcertam os que olham para trás e tentam compreendê-la. É avivamento religioso e também reforma política. É a redescoberta do Cristianismo primitivo e também filho do Renascimento. É o reencontro com as Escrituras e a necessidade econômica de rompimento com a Igreja latifundiária. Todos esses aparentes paradoxos são tipicamente reformados, a mão de Deus e a mão transformadora do ser humano, mas além de tudo isso existe um espírito que habitava em todos esses revolucionários: o assim chamado princípio protestante.
O princípio protestante é o protesto humano contra tudo que não é divino mas se coloca no lugar de Deus. Protesta contra toda a autoridade que não é legítima; contra toda verdade que não é Escriturística; contra tudo aquilo que se adora e obedece cegamente que não seja o próprio Deus trino; contra todo absoluto que não emana da divindade, seja esse absoluto, moral, político, teológico ou social. É uma abertura para um mundo novo que carece de transformação e oferece infinitas possibilidades. É a vontade de construir de novo aquilo que se corrompeu com o tempo. Reforma é olhar para a casa decadente, velha, cheia de vazamentos, estruturas comprometidas, e querer torná-la nova, próxima ao seu projeto original, sem as corrupções e putrefações que surgiram com o tempo.
Fala-se muito hoje sobre a necessidade de uma nova Reforma. É impossível, entretanto, que isso aconteça. A Reforma é datada, irrepetível como qualquer outro grande momento histórico. As condições mudam, o homem muda, as necessidades e crises também são diferentes. Mas o espírito do princípio protestante pode e deve habitar em nós como cristãos reformados que somos. A triste notícia é que ele se foi há muito...
Somos engessados demais com nossa própria tradição, nossos símbolos e documentos constitucionais. Somos indiferentes demais para um espírito realmente protestante ¿ somos muito mais rebeldes do que reformadores, preferimos criticar e derrubar do que construir e reformar. Somos preguiçosos demais para ¿pensar¿ o Reinado de Deus. Conformados e conformistas demais para uma transformação profunda, tão fundamental para o princípio protestante.
Nessas datas comemorativas é bom que reflitamos com um mínimo de seriedade sobre a questão: onde está o espírito protestante que habitava nos nossos pais espirituais? Se somos tão amantes da tradição por que não tomamos posse do que há de melhor na nossa tradição? Onde foi parar aquela abertura para o novo e aquela preocupação em reformar a sociedade à luz da Palavra de Deus revelada nas Escrituras? Cadê a crítica profética ao mundo e a Igreja? Por que matamos os nossos profetas e apedrejamos os que nos são enviados?
O desafio desta geração é assumir um espírito novo, que, na verdade, não é novo, mas tem quase quinhentos anos de história e reformar uma Igreja engessada e uma sociedade corrompida. Para a glória de Deus!


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LIDERANÇA SEGUNDO A CARTA DE PAULO A TITO


Continuamos nossa reflexão sobre a essência da Liderança. Dessa vez reflitamos sobre a questão a partir da carta de Paulo a Tito.
Logo no primeiro capítulo Paulo lembra da missão de Tito na Igreja de Creta: "Eu te deixei para cuidares da organização e ao mesmo tempo para que constitua presbíteros" (1.5). Tito é um organizador da Igreja em Creta, fundada por Paulo. A grande preocupação do apóstolo é que não surja na comunidade uma nova liderança que o suceda. A problemática é a da sucessão apostólica. Então, ele constrói suas orientações para o surgimento de uma nova liderança, os presbíteros.
As recomendações do apóstolo são detalhadas: "cada qual devendo ser, como te prescrevi, homem irrepreensível, esposo de uma única mulher, cujos filhos tenham fé e não possam ser acusados de dissolução nem de insubordinação. Porque é preciso que, sendo ecônomo das coisas de Deus, o epíscopo seja irrepreensível, não presunçoso, nem irascível, nem beberrão ou violento, nem ávido de lucro desonesto, mas seja hospitaleiro, bondoso, ponderado, justo, piedoso, disciplinado, de tal modo fiel na exposição da palavra que seja capaz de ensinar a sã doutrina como também de refutar os que a contradizem" (1.6-9).
Alguns aspectos merecem destaque e são reafirmações do pensamento paulino sobre liderança, também exposto em sua carta a Timóteo. Três grandes pontos são enfatizados:

I. O líder precisa ter domínio próprio lapidado pelo caráter de Cristo. Não deve haver motivo de repreensão na sua conduta por falta de domínio próprio. O líder deve saber falar e calar na hora certa e jamais pode ser dominado pelo seu gênio, por sua ganância, pelo álcool ou pela sua vaidade. O líder não deve perder o controle diante das situações e sim alguém preparado para a reflexão, a ponderação e o equilíbrio.
II. O líder deve ser piedoso como Jesus Cristo. Piedade não no sentido "gospel" de espiritualismo e aparências externas, mas deve ser justo, terno e bondoso no trato com seus liderados. Isso é verdadeira piedade. O líder deve amar seus liderados e trata-los sempre com carinho, paciência e bondade.
III. O líder deve ser um mestre. O mestre sempre é capaz de ensinar e refutar a sã doutrina e refutar os que a contradizem. Sua maneira de ensinar está de acordo com todas as outras características descritas acima. O líder jamais ensina, "ataca" ou critica alguma coisa porque "acha que é assim" ou porque toma para si a prerrogativa de líder ou simplesmente diz "é a minha opinião" sem estar pronto e coberto de razão para expô-la e defendê-la com bons argumentos. Se algo está errado, na opinião do líder, ele ensina o correto. Jamais ele pune, ataca ou boicota.

O assunto seguinte do apóstolo (1.10-16), em brilhante didática, é como se fosse um manual para se detectar lideranças pervertidas. São três as marcas destes falsos líderes, o exato oposto do que foi descrito acima:

I. Agem com impiedade. Paulo nos diz que são "insubmissos, verbosos e enganadores (...), pervertem famílias inteiras (...) Afirmam conhecer a Deus, mas negam-no com os seus atos, pois são abomináveis, desobedientes e incapazes de qualquer boa obra". Há uma grande distância entre suas palavras e seus atos;
II. São maledicentes, julgadores e críticos destrutivos. "Um de seus próprios profetas disse: "os cretenses são sempre mentirosos, animais ferozes, comilões vadios" (...) Para os puros todas as coisas são puras, mas para os impuros e descrentes, nada é puro: tanto a mente como a consciência deles estão corrompidos". São líderes sempre dispostos a agir como acusadores, desanimadores e juízes. Falam muito sobre pureza, querem "purificar" cada elemento da comunidade que, segundo eles, não agrada a Deus. São amantes do controle, da disciplina, dos códigos legais, das normas, das resoluções, dos títulos.
III. São falsos mestres. Na verdade, não podem ser falsos mestres porque falsos mestres não existem. Apenas não são mestres. Não querem ensinar a verdade. Não conhecem a verdade, "ensinam o que não tem direito de ensinar (...) não fiquem dando ouvidos a fábulas judaicas ou a mandamentos de homens desviados da verdade". Nada ensinam, apenas impõem, deturpam, estragam.


Diante de tudo que foi apresentado precisamos não apontar dedos, mas realizar uma séria e profunda auto-análise sobre a qualidade da nossa liderança. O Projeto Igreja Presbiteriana de Camarista Méier 2008 é uma realidade. Não podemos deixá-lo estragar através de uma liderança defeituosa. Que a Palavra de Verdade nos transforme dia-após-dia.




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LIDERANÇA SEGUNDO A CARTA DE PAULO A TITO- 2ª. PARTE

As recomendações de Paulo a Tito continuam e podem ser agrupadas em três grandes blocos distribuídos por todo o capítulo 2 e 3 da carta:

I. O líder deve ter conhecimento. Paulo exorta "Quanto a ti, fala do que pertence à sã doutrina" (2.1) e "Sê (...) íntegro e grave na exposição da verdade, exprimindo-te numa linguagem digna e irrepreensível, para que o adversário, nada tendo que dizer contra nós, fique envergonhado" (2.7s). Bom, temos aí um petardo contra muitos maus líderes e contra nosso próprio modo de ser. Já sabemos que a liderança não pode ser imposta nem empurrada goela abaixo de ninguém, porque se for assim está fadada ao fracasso. O conhecimento é um fator que legitima qualquer liderança. Ouso dizer que um líder que legitima sua liderança por falar mais alto, ou por estar sendo lembrando aos outros sua posição de destaque ou seu título, torna-se ridículo aos olhos das pessoas, mas o líder com conhecimento torna-se respeitado e é solicitado porque as pessoas confiam na sua capacidade e preparo. O líder deve ler, deve ter conhecimento da igreja e suas regras e ter uma visão global de todo assunto que envolve qualquer questão relativa ao Reinado de Deus.

II. O líder deve ser modelo de boas obras (2.7). Quando digo que o líder deve ser modelo não quero dizer que ele precisa ser como Deus, em sua perfeição absoluta. De maneira nenhuma. O líder é o tipo da pessoa que age da seguinte forma... "olha, tenho minhas limitações e meus defeitos, vocês sabem disso, mas quero tentar, quero mergulhar de cabeça nisso, façam como eu, venham comigo, eu vou abrir passagem nesse matagal e vocês seguem minha trilha. Façam como eu faço". Seus liderados o seguem porque, antes de mais nada, confiam nele. Um bom instrumento para medir a qualidade e legitimidade espiritual de sua liderança é o seguinte: seus liderados o tomam como exemplo? Seus liderados almejam ser como você? Seus liderados espontaneamente te procuram para saber sua opinião e pedir conselhos e orientações? Se isso não acontece com freqüência, reveja sua liderança. Reconstrua. Questione e repense seus valores, antes que seja tarde demais. Para que se tenha poder de influenciar. Diz Paulo: "Exorta-os e repreende-os com toda autoridade. Ninguém te despreze" (2.15). O líder que age como Paulo recomenda tem em si mesmo a autoridade, portanto exorta e repreende com ela, não através dela. É uma diferença fundamental. Portanto, suas palavras não são desprezadas, mas recebidas com todo o carinho.

III. O líder não pode estar envolvido em contendas. Sei que, às vezes, é preciso enfrentas inimizades, implicância, inveja, difamação e outras coisas mais. Faz parte da genuína liderança enfrentar oposição. Basta lembrarmos da liderança de Jesus e de Paulo, por exemplo. O carisma do líder só pode suscitar duas posições: ou você se "seduz" ou você "rompe". Mesmo assim, o líder jamais procura, por si mesmo, arrumar contendas, "picuinhas", brigas e oposições por questões sem importância. O líder, porque tem conhecimento, sabe distinguir aquilo que é primordial e não se pode abrir mão daquilo que é secundário e não compromete a fidelidade da mensagem do Evangelho e da missão da Igreja. Diz o experiente apóstolo a Tito: "Evita controvérsias insensatas, genealogias, dissensões e debates sobre a Lei, porque para nada adiantam, e são fúteis. Depois da primeira e da segunda admoestação, nada mais tens a fazer com um homem faccioso" (3.9s). Traduzindo e aplicando aos nossos dias a recomendação de Paulo: o líder deve evitar debates e controvérsias secundárias, que não comprometem em nada o viver da Igreja. Disputinhas pessoais, egos ofendidos, implicâncias, regrinhas descontextualizadas, proibições sem sentido, "masturbações" teológicas, tradições mortas de velhos, entre tantas outras coisas. Nada disso deve ocupar o tempo e o pensamento do líder. Sabe por quê? Simples. Ele tem uma missão muito grande, uma visão e um sonho que precisam ser construídos e todos os seus esforços estão voltados para este objetivo. Irmãos, não permitamos que nossos objetivos sejam atrasados ou até mesmo perdidos de vista por estas questões.

Que Deus abençoe e Ele mesmo construa e aperfeiçoe nossa liderança.





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A LIDERANÇA E O JACARÉ: CUIDADO COM O JACARÉ! ¿ COMO LIDAR COM AS TAREFAS (E PESSOAS) QUE FICAM NO SEU PÉ PARA TIRAR O SEU FOCO


"Estou muito preocupado com o número de pessoas, de todas as idades, que me contam estar preocupados com sua performance. (...) Tenho notado que existe um inimigo (...) que afasta as pessoas da tão sonhada performance. É o jacaré. Deixe-me explicar: muitos anos atrás, ouvi numa aula (...) a seguinte frase: Se você tem um jacaré a lhe morder a perna, a tendência é esquecer que sal tarefa principal era drenar o pântano. Realmente, nessa hora a sobrevivência fala mais alto. Você entra no pântano, cheio de vontade de executar a tarefa de drená-lo. Aí, o jacaré morde a sua perna. E você vai querer matar o jacaré, claro. O pântano que espere.
O jacaré desta história é o nosso dia-a-dia. É a rotina que lhe ataca de manhã e que impede que você faça todas as tarefas que planejou para o dia. E ao final, exausto, você olha a pilha de jacarés mortos e é cobrado (...) pelo pântano que não drenou. Saber enfrentar a rotina é uma tarefa fundamental para quem quer ter alta performance. Evitar o jacaré é planejar melhor, é testar todas as hipóteses, é prever os desvios e inconsistências. O jacaré detesta planejamento. Ele anda (...) com sua casca grossa, rabo comprido e braços curtos dizendo que planejamento não serve para nada, que nunca dá certo, que é um jogo de adivinhação. Tudo mentira. O jacaré morre de medo do planejamento, que, quando, bem-feito, é um exercício de previsibilidade. E que não é feito para dar certo, mas sim para testar antecipadamente todas as hipóteses.
Olhe bem a sua volta. Os jacarés estão por todos os lugares, com sua fala mansa e andar desengonçado. E, se você bobear, um deles ataca. Pronto, mordeu sua perna! Agora vai ter de matar este...e lá se vão horas e horas para resolver mais um problema criado. Fique atento. Planeje bem o seu serviço. Exercite o planejamento, pratique o exercício da previsibilidade, ou você vai se tornar um especialista em matar jacarés. E o duro desta vida é que o reconhecimento, as oportunidades e as recompensas só virão para os que drenarem o pântano. Vade retro, jacaré"
(Luis Carlos de Queirós Cabrera é professor da Eaesp-FGV, diretor da PMC consultores)

Algumas questões devem ser esclarecidas no que diz respeito à relação liderança cristã e jacaré:

I. O líder verdadeiro jamais pode ser um jacaré. Jamais pode permitir que o alvo seja comprometido por qualquer questão secundária. Não é papel de um líder procurar pernas para morder. O líder não pode perder o foco jamais;
II. O maior obstáculo do líder são os jacarés. Se o líder permitir que o jacaré morda sua perna vai passar todo o tempo se digladiando com o bicho feroz e não vai cumprir sua missão de drenar o pântano. O jacaré sempre aparece com uma palavra desanimadora, com um novo problema desencavado por ele mesmo, com alguma questão sem importância para ser elevada a status de prioridade, com alguma reclamação fora de hora;
III. Vencê-los com o máximo de eficiência e o mínimo de esforço e tempo é o desafio da liderança eficaz. A missão, o alvo, o objetivo, não podem ser comprometidos em hipótese alguma pelos jacarés. A melhor maneira de lidar com eles é mantê-los sob controle, porque também têm sua importância.

Que o Senhor nos ajude a lidar com os jacarés do dia-a-dia da missão da Igreja e que nos poupe de que sejam encontradas em nós mesmos braços curtos para servir, boca grande para falar, destes afiados para morder


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